domingo, 24 de setembro de 2017

Palavra do Dia - 24/09/17

Camuflar


1. Colocar ou colocar-se sob aparência de outra coisa. = DISFARÇARDISSIMULARESCONDER
2. Vestir(-seou cobrir(-secom materiais ou cores que permitem confundir-se com o meio envolvente.


"camuflar", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/camuflar [consultado em 14-09-2017].

sábado, 23 de setembro de 2017

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Palavra do Dia - 22/09/17

Sensacionalismo


1. Carácter ou qualidade de sensacional.
2. Divulgação de notícias exageradas ou que causem sensação.
3. [Filosofia Doutrina ou teoria em que todas as ideias são derivadas unicamente da sensação ou das percepções dos sentidos.


"sensacionalismo", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/sensacionalismo [consultado em 14-09-2017].

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Palavra do Dia - 20/09/17

Tossegoso


Que tem tosse.

"tossegoso", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/tossegoso [consultado em 14-09-2017].

terça-feira, 19 de setembro de 2017

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Palavra do Dia - 18/09/17

Solano

[Botânica Género de plantas a que pertencem a erva-mouraa batateiraetc.

"solano", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/solano [consultado em 14-09-2017].

domingo, 17 de setembro de 2017

Citação do Dia - 17/09/17

"Uma verdade só é verdade quando levada às últimas consequências. Até lá não é uma verdade, é uma opinião."

Vergílio Ferreira 

sábado, 16 de setembro de 2017

Palavra do Dia - 16/09/17

Pecaminoso

Que envolve pecado. = PECADOR

"pecaminoso", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/DLPO/pecaminoso [consultado em 14-09-2017].

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Festival Bang!

A autora Anne Bishop, criadora de "Letras Escarlates" e de muitas outras obras estará presente no Festival Bang! para conversar com os fãs sobre a sua obra literária.  Além disso, irão realizar-se muitas atividades, como palestras, sessões de autógrafos, exposição sobre Edgar Allan Poe, demonstrações de cosplay e momentos musicais. Vais querer perder este evento?


Citação do Dia - 15/09/17

Raspai o juiz, encontrareis o carrasco.

Victor Hugo

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Filhas Exemplares: A Vida Secreta das Mulheres que estão a transformar o Mundo Árabe.

"A vanguarda mostra-se assim: de rabo de cavalo, a rir e a comer gomas."


Katherine Zoepf, Autora de Filhas Exemplares: A Vida Secreta das Mulheres que estão a transformar o Mundo Árabe  é oriunda de Cincinnati, EUA. Licenciou-se na universidade de Princeton e na London School of Economics. 

Antes de mais, devo agradecer à ASA pela gentil oferta de um exemplar desta obra para opinião e divulgação aqui no blogue.



A autora, ao longo do livro, vai dando acesso ao leitor a partes da sua evolução pessoal. Ficamos a conhecer as razões pelas quais a sua vida levou um rumo tão peculiar: "Trabalhou como correspondente para os jornais The Times e The New York Times a partir de países como o Líbano, a Síria e o Iraque.". 

Katherine estava a trabalhar quando se sucedeu o 11 de setembro, ficando motivada a ver o Mundo Árabe pelos seus próprios olhos, a tentar descortinar os segredos ocultos nessa cultura tão diferente daquela a que estava habituada.

A explicitação das razões pelas quais a autora partiu numa jornada que muito poucos teriam coragem para fazer é, sem dúvida, um ponto a favor da qualidade deste livro, dá-lhe um certo realismo. Denota-se a revolta nas suas palavras, mas não uma revolta faminta de vingança. É sim, uma revolta ansiosa por compreensão.

Por outro lado, os longos trechos descritivos acerca da adaptação de Katherine ao Mundo Árabe tornaram-se bastante aborrecidos. Todos eles tinham uma mensagem a transmitir, mas, na minha opinião, não eram estritamente necessários ao longo do livro. Por exemplo, a autora relata minuciosamente a aprendizagem de Árabe, abordando um colega de turma americano que adotara uma visão intransigente e cruel acerca do papel da mulher na sociedade. Tenho noção que é um exemplo significativo de discriminação vinda de uma pessoa tomada como "ocidental", no entanto, tendo em conta o tema do livro, estava à espera de mais relatos acerca da Vida Secreta das Mulheres que estão a transformar o Mundo Árabe, que apenas é retratada com profundidade mais à frente no livro.


Filhas Exemplares não é um livro comum sobre o Mundo Árabe. Retrata a história de mulheres, não como ideias ou imagens abstratas, mas como seres humanos normais, valiosos  e iguais a todos os outros. Deixamos de ver apenas mulheres e passamos a ver vidas, sentimentos e, acima de tudo, vontades.

Algo que me impressionou imenso e me inspirou foi o facto de, como é dito no prólogo: "A vanguarda mostra-se assim: de rabo de cavalo, a rir e a comer gomas.". Com isto, a autora quer passar a mensagem de que, enquanto nós vemos mulheres oprimidas, que usam o Hijab e não saem à rua sem companhia masculina, ela viu o seu espaço íntimo em que falam dos seus desejos, ambições e carreiras. Só o facto de conferenciarem entre si sobre estes assuntos, sempre na ausência dos homens, mostra grande coragem.

A simplicidade com que são relatadas as histórias de mulheres oprimidas, agredidas e injustiçadas mostra-nos que nesse mundo, que consideramos tão distante e diferente, já há uma faísca de rebelião, de pensamento próprio, de vanguarda e luta por liberdade. 

Chocou-me imenso a história de uma adolescente que foi raptada e violada para proteger a imagem do seu pai (este traíra a sua mãe e o violador ameaçava revelar essa traição). Ora, sendo violada, perdera toda a sua honra e, consequentemente, a dos homens da sua família. Esta rapariga foi trancada numa instituição para jovens problemáticas pois as autoridades policiais receavam que a sua família a matasse para restaurar a honra. Um primo direito, que não tinha qualquer contacto com essa parte da família aceita casar com a jovem para restaurar a sua honra e acabam por se apaixonar.

Quando tudo parecia ter normalizado e o casal vivia num minúsculo apartamento, o irmão da rapariga assassina-a, esfaqueando-a a sangue frio. Segundo a lei, crimes de honra não são punidos, no entanto, o marido da jovem não se conformou. Lutou legalmente para que o cunhado pagasse pelo seu crime, mas, passados anos de processos legais, este foi ilibado e libertado. 

Apesar de não ter sido feita justiça, a história desta jovem correu mundo, revoltando até alguns dos mais tradicionais religiosos árabes. Foram criadas ONG para defender vítimas e possíveis vítimas de crimes de honra, bem como para levar à justiça quem os praticasse, demonstrando que há quem se preocupe, quem não se conforme e, acima de tudo, quem lute!

É esta e muitas outras histórias reais que são retratadas neste livro, incentivando-nos, não só à revolta, mas também à compreensão. Katherine Zoepf, ao viver com essas raparigas e acompanhar as suas histórias, consegue transmitir a sua compreensão ao leitor, mostrando que, apesar das vivências cruéis que algumas raparigas suportam, muito do que pensamos são dogmas sem fundamento.

domingo, 27 de agosto de 2017

O Assassino do Bobo + Resultado Passatempo

Muitos anos passaram...

Robin Hobb é conhecida por ter escrito diversas obras, entre elas toda a saga "O Assassino". A coleção "O Assassino e o Bobo" estreia-se com O Assassino do Bobo, que me foi gentilmente cedido pela editora Saída de Emergência.


Tomé Texugo, como é conhecido, aparenta ser um simples depositário do reino dos Seis Ducados, no entanto, é muito mais do que isso. Vive disfarçado de antigos inimigos que fez ao serviço do seu rei e de outros que o odeiam simplesmente por ter nascido.

Trata-se, na realidade, de FitzCavalaria Visionário, filho bastardo de um rei que abdicou do trono. O prefixo Fitz no seu nome não o deixa esquecer as origens enquanto bastardo. Há anos que vive em paz, tendo deixado para trás o oficio de assassino da família real Visionário. Com a sua mulher, Moli, criou os enteados mais novos e viu-os todos partir em busca de emprego próprio. A primeira filha de Moli, Urtiga, é também filha de Fitz, concebida antes do casamento da mulher com o seu primeiro marido, Castro, agora falecido. 

Os descendentes da linhagem visionário podem ser portadores do "Talento", um poder que lhes permite comunicar telepaticamente. O atual rei, tal como Fitz e Urtiga, é possuidor desse poder.

O anos iam passando até que, contra todas probabilidades, Moli afirma estar grávida. Quando a gravidez se prolonga por dois anos, todos começam a duvidar da sua sanidade.

Fitz sempre quis criar um filho e, apesar de parecer impossível, desejou que é criança que Moli alegadamente transportava dentro de si não fosse real. Isto porque, se fosse verdade, a criança seria mais uma Visionário bastarda, um perigo para a coroa ou um trunfo para a mesma, condenada a fugir e a defender-se ou a ser forçada a trabalhar para a família real, como o seu pai em tempos fora.

Não sei se devo revelar muito mais. Pode parecer pouco, mas isto durou metade do livro. Considero que, apesar desta "contextualização" ser necessária, podia ser mais curta e concreta. Demorei imenso tempo a ler esta obra, principalmente a sua primeira metade pelo que já referi, no entanto, após esta parte estagnada, a história toma um rumo avassalador.

Além disso, o início do livro foi incrivelmente difícil de desvendar devido aos nomes das personagens (que eram bastantes) serem características como Paciência, Altomem, Maisaltomem,… Por outro lado, o livro, sendo o primeiro da coleção "O assassino e o Bobo", não é primeira narrativa da história de FitzCavalaria Visionário, pelo que se tornou complicado aprender, compreender e recordar os aspetos relevantes acerca sua vida passada.

Depois de conseguir compreender todo este universo de vidas emaranhadas e passados secretos, consegui perceber a complexidade e dificuldade criar uma trama tão elaborada e consistente. Robin Hobb não perde pelo pormenor, ganhando realismo a cada página.

FitzCavalaria é, sem dúvida, uma personagem intrigante. Tem um passado tenebroso e sombrio mas, por essa razão, revela-se astuto e sábio. É possuidor de uma enorme empatia para com os seus familiares e, especialmente, para com Moli, a sua esposa. Devido ao seu passado, Fitz não envelhece como uma pessoa comum, parecendo mais novo do que realmente é. Assim  sendo, era alvo de coscuvilhices por parte dos criados devido à sua relação com Moli que, apesar de ser pouco mais velha que ele, quase aparenta ser sua mãe. Assim, revela-se uma personagem com um caráter forte, correto e, acima de tudo, íntegro.

Se algo que me deixou indignada foi o facto de, quando as coisas estavam mesmo a ficar interessantes, livro terminou. Chateou-me no sentido em que necessito de saber mais... No entanto, o término da obra teve uma elegância tal que nos deixa desejosos pelo próximo volume.

Bem, sem mais demoras, está na hora de anunciar vencedor de um exemplar deste livro, também este gentilmente cedido pela Saída de Emergência.

O vencedor foi escolhido através da plataforma virtual Random.org e lá foram inseridos os participantes que cumpriram todas as regras do passatempo. 

O vencedor, ou neste caso, a vencedora é Filipa Monteiro. Muitos

Parabéns, deverá receber um e-mail nos próximos dias para confirmação da morada de envio.

Muito obrigada a todos os que participaram no passatempo. Aos que não ganharam peço que não desanimem pois, em breve, mais sorteios virão, basta ficarem atentos!

domingo, 9 de julho de 2017

Férias!

O The Book Chimera vai de férias!!


O blogue vai entrar de férias, mas não desanimem, em breve estarei de volta e os passatempos continuam abertos até às datas previstas. Fiquem atentos, em breve, mais surpresas virão...

sábado, 8 de julho de 2017

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Hush Hush

Um anjo caído...


Caros leitores, hoje trago-vos uma história que, sem dúvida tinha de partilhar: Hush, hush, de Becca Fitzpatrick. Esta autora sempre foi fã de livros de aventura, licenciou-se em Saúde, no entanto, rapidamente mudou de rumo e se dirigiu para as letras. Considera-se uma pessoa normal quando não está a escrever: gosta de correr, fazer compras...

Hush, hush foi o seu primeiro romance publicado e rapidamente se transformou num sucesso à escala mundial. A coleção Hush, hush já conta com quatro obras: Crescendo, Silêncio e Finale. 


No primeiro livro desta saga literária, conhecemos Nora Grey, uma rapariga normal, boa aluna, calma e, como todas as adolescentes de dezasseis anos, com uma melhor amiga irreverente, Vee.

Faziam tudo juntas, até que um dia, o treinador de Basquetebol, que lhes dava aulas de biologia, decide reformular a disposição dos alunos na sala. Vee teve de mudar de lugar e, para a cadeira ao seu lado, veio Patch, um misterioso rapaz que mal dizia uma palavra.

Nora tinha de o conhecer. Não porque quisesse, mas devido ao trabalho de casa desse dia: tinha de reunir factos autênticos acerca do seu colega de mesa. A jovem tentou, mas Patch parecia gozar com ela sempre que abria a boca.

Tentando não reprovar no trabalho, Nora quase que persegue o rapaz, ou seria o contrário? Patch sabia sempre onde ela estava e aparecia nas mais inesperadas situações.

Agora, Nora sente-se perseguida. Chega a ter um acidente de carro quando um rapaz com uma máscara de Ski a ataca. Nessa noite, refugia-se em casa de Vee, no entanto, ao acordar, vê que o carro está em perfeitas condições. A partir daí, começa a ver coisas que talvez não existam, ou será que existem?

Elliot muda-se para a sua escola e parece interessado em tornar-se mais que seu amigo. Primeiramente, acha-o bonito e gentil, mas, por qualquer razão, não consegue tirar Patch da cabeça.

Será Nora capaz de descobrir quem a anda a atacar e, ao mesmo tempo, manter-se afastada de Patch, que pode muito bem ser o autor desses ataques? 

Adorei este livro! A história toma um ritmo alucinante à medida que vamos lendo. Começa com uma ação um pouco demorada, enquanto Patch e Nora se vão conhecendo, mas não é aborrecida. A personalidade obscura deste rapaz e a curiosidade de Nora conferem à obra um caráter deveras interessante.

Nora é uma personagem bem estruturada, gostei da forma como a autora a retrata como a típica menina bem comportada que, após alguns incidentes se torna curiosa ao ponto de espiar, enganar... Isto, também devido à presença da sua amiga Vee, uma autêntica alma livre, que faz e diz o que lhe apetece.

Patch, por outro lado, primeiramente dá-nos uma imagem um pouco conturbada de si mesmo, é rude, irónico... Mas deixa-nos sempre com a sensação de que há algo mais atrás dessa faceta dura. Mais à frente conseguimos detetar nele dimensões que, ao longo do livro pensávamos não existirem. É uma personagem que evolui na história, retirando o caráter demorado que previamente referi.

O facto de o prólogo nos dar algumas informações acerca de um anjo caído e do seu servo permite-nos tirar ilações acerca do que se poderá vir a passar na história, mas será que estamos corretos? Becca Fitzpatrick consegue fazer uma das coisas que mais gosto num livro: deixar o leitor imaginar. Deixa de ser apenas uma história e passa a fazer parte de nós, a seguir o rumo que queremos, pelo menos até descobrirmos a verdade, que nos surpreende ainda mais.

Por vezes, senti que algumas das atitudes das personagens eram um pouco rebuscadas, quer dizer, nenhum aluno de liceu normal faria tais coisas, no entanto, com o decorrer da ação, ficamos a perceber que talvez nem tenham acontecido ou, se aconteceram, terá sido dessa maneira? Tudo culmina para uma revelação surpreendente no final do livro. Como é óbvio, não vos posso contar, mas digo-vos que vale a pena ler para descobrir.

O aspeto que mais gostei foi a intensidade da relação de Nora e Patch. É, primeiramente um pouco hostil, repleta de ironia e provocações mútuas, embora maioritariamente vindas de Patch. É daqueles livros que nos faz desejar estar lá dentro e viver a vida de uma das personagens, uma vez que conseguimos, desde o início, perceber quais delas estão destinadas à grandeza.

Citação do Dia - 07/07/17

"As virtudes que se ostentam são vãs e falsas virtudes."

Jacques Bossuet

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Citação do Dia - 06/07/17

"A diferença que vai de ti aos outros, é que quando os outros morrerem, o universo continua."

Vergílio Ferreira

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Sou o Número Quatro - Recapturar o Passado!

Três Planetas, nove crianças...

Hoje trago-vos um presente do passado! É realmente fantástico como algumas obras nos fazer querer relê-las. A vítima desta vez foi Sou o Número Quatro, de Pittacus Lore, o primeiro livro da série Os Legados de Lorien.


"Pittacus Lore é um pseudónimo usado por James Frey e Jobie Hughes para escrever esta série. Pittacus Lore aparece no primeiro livro da série, Eu Sou o Número Quatro, como um ancião a quem foi confiada a história dos nove lorianos."

Daniel Jones parecia um rapaz normal. Vivia na Florida, onde tempo era sempre agradável. Encontrava-se uma festa, quando uma terceira cicatriz lhe aparece na perna, começando brilhar. Todos seus "amigos" ficam abismados e Daniel sabe o que tem a fazer.

Foge nadando e vai ter com Henri, o seu Cêpan, que já fez as malas para partirem. Têm como destino Paradise, Ohio, e produzem novas identidades. Agora, Daniel chama-se John Smith.


Acontece que John não é um rapaz normal. É um extraterrestre, um de nove que vieram para a Terra após destruição seu planeta, Lorien, por seres malvados, Mogadorianos, do planeta Mogadore. 

Cada um desses novos jovens tem consigo um Cêpan, um guardião que os ajuda a manterem-se escondidos e a protegerem-se contra quem os quer eliminar.

John é o número quatro, os primeiros três estão mortos, ele é o seguinte. Todos Lorianos na Terra têm, sobre eles, um encantamento: só podem ser mortos por ordem, assim, John sabe que é o próximo.

Ele sabe que pode ter de fugir de Paradise a qualquer momento mas não consegue resistir a apaixonar-se por Sarah Hart e a fazer de Sam Good, um excêntrico rapaz obcecado por extraterrestes, o seu melhor amigo.

Agora, John está dividido entre a sobrevivência e amor. Será capaz de fazer a escolha certa? 

Já é segunda vez que que leio este livro, mas é como se fosse a primeira. Encontrei vertentes que não tinha reparado antes, o que é sempre bom. Ainda mais se o livro for bom, o que é o caso.

A linguagem é simples e cativante, sempre do ponto de vista de John, o que nos permite compreender os sentimentos dessa personagem, desde a sua dor quase constante ao inevitável amor por Sarah. 

As descrições do espaço não são aborrecidas, mas são completas o suficiente para nos fazer perceber onde se encontram as personagens. Gostei da forma como as emoções se emparelham com o cenário. Quando a dúvida e o medo de se abatem sobre John, também o cenário parece escurecer e tornar-se mais sombrio. 

Por vezes, gostaria de ver um pouco mais de Sam e Henri, talvez por estarmos sempre na mente de John não tenhamos uma visão ampla dos que o rodeiam. Queria perceber o que os move, as razões para suas ações.

É incrível como o Pittacus Lore consegue criar não só um único mundo, mas três. Temos acesso às realidaDes de Mogadore, Lorien e da Terra. Esses dois planetas que não o nosso poderiam muito bem, com base nas suas descrições existir, o que é, sem dúvida, um ponto a favor da verosimilhança da obra.

Agora, tenho imensa vontade de saber o que acontece esses seis jovens. A história cativou-me de forma excecional, incentivando-me a reler a sua continuação: O Poder de Seis.

Citação do Dia - 05/07/17

"Há que endurecer-se mas sem jamais perder a ternura."

Antonio Guevara

terça-feira, 4 de julho de 2017

Citação do Dia - 04/07/17

"As coisas que sabemos melhor são as coisas que não nos ensinaram."

Luc de Clapiers Vauvenargues

segunda-feira, 3 de julho de 2017

13 Minutos

De tirar a respiração...


Natasha Howland - Tasha ou Tash - esteve morta durante treze minutos. Numa manhã, enquanto passeava o tolo do seu cão, Jamie - um professor de música - vê algo de estranho no rio, um corpo. Era uma rapariga ainda jovem, talvez adolescente. Estava fria, tinha os lábios azuis. Estava morta.



Durante treze minutos, os paramédicos tentaram reanimá-la. Conseguiram. Agora Natasha via o numero 13 em todo o lado: treze degraus, treze folhas na planta da sua psiquiatra, treze minutos...

Mas esta não é apenas a história de Tasha e da sua experiência de quase morte. Acompanhamos, paralelamente, Rebecca - Becca -, uma rapariga rebelde, mas mais próxima da normalidade do que Natasha. Outrora, estas duas jovens foram melhores amigas, no entanto, cresceram e afastaram-se. 

Agora, Natasha é a líder das Barbies, o grupo de raparigas mais populares da sua escola. Hayley e Jenny são as suas mais fieis seguidoras. Becca está no fundo da pirâmide social, juntamente com Hannah, a sua única amiga.

Depois do acidente, Tasha não se recorda do que aconteceu e sente a necessidade de se reaproximar de Becca para recordar o que aconteceu. Vamos acompanhando os seu pensamentos mais íntimos pelas páginas do seu diário.

As Barbies, Jenny e Hailey, parecem saber mais acerca do afogamento de Natasha do que aparentam. Trocam mensagens incriminatórias e desejam a morte à sua suposta amiga, que mais esconderão?

A maneira como este enredo se desenrola não é, de todo, comum. Não existe uma narrativa contínua, vamos sendo apresentados a diversos documentos e perspetivas, desde excertos do diário de Natasha, de consultas com a sua psiquiatra, de relatórios policiais até conversas de Jenny e Hayley por mensagem.A diversidade de textos que encontramos confere ao livro um caráter extremamente irreverente e inovador. 

Por vezes foi-me difícil sentir empatia por algumas das personagens, talvez por aparentarem ser tão desprezíveis. Por outro lado, este é um livro que deixa as emoções à flor da pele: sentimos raiva, pena e até ódio por certas atitudes e personagens

Becca foi a personagem que mais emoções despertou. Não a que mais odiei, nem a que mais gostei, aquela que mais sentimentos contraditórios causou. Por vezes é ingénua, outras perspicaz. No entanto, esta rapariga consegue ser deveras cruel, impingindo a mesma dor que sofreu à sua única amiga.

É incrível como a autora consegue descortinar a mente adolescente, por vezes levando ao exagero. No final conseguimos perceber esse exagero e compreendê-lo, mas até aí sentimos que falta algo, uma peça do puzzle. Por essa razão, este livro deixa-nos acordados à noite. Não por medo, mas por vontade de ler mais, de descobrir os segredos escondidos nas cabeças de adolescentes perversas e engenhosas.

Por fim, muito obrigado à Bertrand Editora pelo exemplar de 13 Minutos, de Sarah Pinborough, cuja leitura me deu tanto prazer!


Citação do Dia - 03/07/17

"Confiar nos homens é já deixar-se matar um pouco."

Louis Céline

domingo, 2 de julho de 2017

sábado, 1 de julho de 2017

Resultado - Passatempo "Insónia"

Parabéns!


Muito obrigada a todos os que participaram no passatempo. Aos que não ganharam peço que não desanimem pois, em breve, mais sorteios virão, basta ficarem atentos!

Neste passatempo estava em causa um exemplar do livro Insónia, de J. R. Johansson.




O vencedor foi escolhido através da plataforma virtual Random.org e lá foram inseridos os participantes que cumpriram todas as regras do passatempo. 

Sem mais demoras... O vencedor, ou neste caso, a vencedora é Helena (...) Bracieira. Muitos Parabéns, deverá receber um e-mail nos próximos dias para confirmação da morada de envio.

Como disse, dentro de pouco tempo, mais surpresas virão!

Citação do Dia - 01/07/17

"Toda a vez que pinto um retrato perco um amigo."

John Sargent

sexta-feira, 30 de junho de 2017

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Insónia

"Os olhos dela salvaram-lhe a vida."


Já andava a sonhar com este livro antes de a editora O castor de Papel me ceder um exemplar. Por isso, muito obrigado! Insónia é o primeiro volume da Saga Night Walkers, que promete não desapontar!



Parker Chipp não é o adolescente normal a que estamos acostumados. Nem está lá perto. Tem dezasseis anos e já não dorme há quatro. Quero dizer, todas as noites se deita e adormece, mas, em vez de descansar, entra nos sonhos da última pessoa com quem trocou contacto visual.

Não lhe basta olhar para a pessoa, ela tem de o olhar nos olhos também. Pode até parecer engraçado, mas acreditem, a vida deste rapaz não era nada fácil.

À beira da loucura pela falta de sono e aterrorizado pelos efeitos que a mesma pode ter no seu corpo, Parker tem medo de morrer. Não é propriamente por si, sabe que, se morrer, poderá descansar eternamente, mas pela sua mãe e os seus amigos, Finn e Addie. Não os quer deixar sozinhos.

Tudo muda quando, um dia, ao regressar a casa após ter feito contacto visual com Finn, quase tem um acidente de carro. Num cruzamento distrai-se e quase choca contra o carro de Megan, como ela disse que se chamava. Nessa noite, entra nos sonhos dela e, incrivelmente, consegue descansar.

Mais tarde, numa assembleia de alunos, Jeff, o capitão da sua equipa de futebol, anuncia que a equipa feminina da escola terá um novo membro, Mia, a sua nova irmã adotiva. O espanto é grande quando Parker percebe que Megan é realmente Mia e que lhe tinha mentido.

Agora, precisa de falar com ela e olhá-la no olhos para poder entrar de novo nos seus sonhos e descansar. Quando não o consegue fazer, a privação de sono é exponencialmente pior do que antes e, por isso, torna-se quase obrigatório olhar para Mia antes de adormecer.

Quando coisas estranhas começam a acontecer e tudo aponta para Parker, este perde o controlo. Não sabe o que faz nem se é ele próprio quem aterroriza Mia, mas de uma coisa tem a certeza: isso tem de parar!

A princípio fiquei um pouco reticente com o livro. A descrição de um dos sonhos de uma pessoa com quem Parker fez contacto visual - um assassino - fez-me crer quase tratava de uma daquelas obras se Suspense, quase terror. Mas não, este livro é, na sua plenitude, um Young Adult. Claro que tem elementos de Suspense e reviravoltas espetaculares, mas não deixa de ser uma história jovem e cativante.

A escrita é extremamente simples e de fácil compreensão. Como as personagens se tratam de adolescentes, o seu discurso é sempre leviano e descontraído. Gostei particularmente do modo como Parker pensava, tratava-se de uma introspeção profunda, na qual residiam dúvidas cruciais.

Algo que me surpreendeu foi o facto de pequenos pormenores e acontecimentos alheios à ação principal, se juntarem, no final, e conferirem à história uma nova realidade. Abrem uma porta para as muito procuradas respostas e para novas perguntas.

Por vezes achei que a ação se tornava um pouco repetitiva - os cenários de perseguição, por exemplo -, mas nunca aborrecida. Este é um daqueles livros que nos fazem ficar acordados de noite, não porque assustem, mas porque despertam a curiosidade e cativam de forma excepcional.

Mia é uma personagem intrigante. Consegue ser estupidamente corajosa e, outras vezes, ficar aterrorizada com a mais pequena coisa. Esse pormenor fez-me um pouco de confusão, uma vez que a rapariga conseguia, por vezes, enfrentar Parker como se não tivesse dúvidas que o poderia derrotar e outras praticamente fugia com medo.

Com um final completamente inesperado e inacreditável, Insónia dá asas a uma coleção que parece, sem dúvida, não querer desapontar! Estou ansiosa para que os volumes seguintes sejam publicados!


Citação do Dia - 29/06/17

"O silêncio é o elemento no qual se formam as grandes coisas."

Maurice Maeterlinck

quarta-feira, 28 de junho de 2017

terça-feira, 27 de junho de 2017

A Bela e o Monstro

Para recordar...

Quem não se lembra de ver o filme A Bela e o Monstro? Penso que foi um marco na vida de todas as crianças e, agora, com a produção de um novo filme, ganhou, de novo, atenção por parte crianças e adultos.



Este tipo de histórias não são só para crianças, qualquer pessoa  de qualquer idade gosta de recordar um pouco da sua infância, outros, que nunca viram leram algo deste género, não deixam ficar encantados com a beleza desta história.

Jeanne-Marie Leprince de Beaumont Escreveu a mais conhecida versão de A Bela e o Monstro. Ao ler este livro, senti que faltava algo, talvez algumas personagens que me lembrava e que agora não apareceram. Trata-se de uma história muito simples, sem aqueles pormenores que aparecem nos filmes, por exemplo.

Isto, vim descobrir, deve-se ao facto de a versão original e, provavelmente, aquela que foi adaptado ao cinema, é da autoria de Gabrielle-Suzanne Barbot de Villeneuve. 

Bem, relativamente a história não há muito que vos possa contar. Sabem que, sendo um livro tão pequeno(pelo menos nesta versão), qualquer informação pode ser um grande Spoiler.

Bela é uma rapariga simples, muito bonita e amável. Em tudo difere das suas irmãs, completamente cínicas, pretensiosas, mimadas e, digamos, feias. Tinha também três irmãos que a adoravam. Provinham todos de uma família rica, o seu pai era comerciante e, quando, um dia, parte para tratar de um negócio, as filhas pedem-lhe imensos acessórios de moda, bugigangas desnecessárias, tudo aquilo que uma pessoa fútil poderia querer. A pequena bela apenas a pede uma rosa.

O comerciante, enfrenta problemas durante a viagem, perde-se e encontra um castelo aparentemente abandonado. No entanto, a mesa está posta para ele comer, há comida para o cavalo, há uma cama para ele dormir. Por tudo, agradece ao misterioso anfitrião. 

A saída, encontra um canteiro de rosas. Lembra-se da promessa que fez a Bela e colhe uma flor para lhe dar. Nesse momento, aparece um monstro, que se sente ofendido pelo roubo da rosa. Diz ao velho homem que o tornará seu prisioneiro. A ele, ou à filha a quem rosa era destinada.

Voltando a sua casa para dar a notícia à família, Bela não aceita que o pai seja preso pelo seu pedido. Decide ir ao castelo do monstro para se tornar sua prisioneira. A partir daqui acho que não vos devo contar mais. Penso que todos, em parte, sabem o que acontece no final. No entanto não deixa de ser uma história linda para se ler em qualquer altura da vida.

Como devem imaginar, sendo este um livro para crianças, a linguagem é muito simples, onde predomina o diálogo e, apesar do que possam pensar, as personagens tratam-se na terceira pessoa, talvez pela época em que a história se está inserida. 

É um ótimo conto, no entanto, como já referi, senti que faltava algo, não há nenhuma referência aos vários objetos encantados, que na realidade seriam os criados do castelo que estavam enfeitiçados. A refeição simplesmente aparece na mesa, a cama simplesmente aparece feita. Nem sequer temos acesso a uma pequena visão do Chip, aquela pequena chávena lascada, tão famosa pela sua importância neste conto, bem não neste, mas, talvez, na sua versão alargada.

Apesar de tudo, esta obra transmite valores intemporais: a bondade, o altruísmo, o amor que não é baseado nas aparências, a importância da educação, algo completamente desprezado na época, pelo menos numa mulher.

Assim, recomendo vivamente a leitura deste, ou de outros livros parecidos, uma viagem à juventude e a contos escritos noutras épocas, mas que muito têm em comum com a nossa.

Citação do Dia - 27/06/17

"Nunca se pode concordar em rastejar, quando se sente ímpeto de voar."

Helen Keller

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Citação do Dia - 26/06/17

"É tão honesto ser vaidoso consigo mesmo, como é ridículo sê-lo com os outros."


François La Rochefoucauld

sábado, 24 de junho de 2017

sexta-feira, 23 de junho de 2017

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Dois

A grande batalha...


Aphrodite e Gabriel estão juntos e apaixonados. Mas o mundo não é como eles querem e a vida não é fácil. Veem-se no meio de uma guerra, sem nunca saberem quando será dado o primeiro tiro se conseguirão sobreviver ao que se aproxima.



Estando hospedados no Palácio da Ordem, governo dos vampiros, o casal sofre com os imensos atentados que o seu amor tem sofrido.  Por Gabriel ser o instrutor de Aphrodite, não deveriam ter-se apaixonado e, por essa razão, têm de enfrentar o castigo. No entanto, os chefes da Ordem pretendem fazer deles um exemplo, para que nunca mais volte acontecer algo desse género.

Afrodite não tem apenas que se preocupar com uma guerra, mas também tem de manter Gabriel vivo. Robin, um dos Chefes da Ordem que, desde o início, aparenta gostar de Aphrodite, parece obcecado.  Foi visto a espreitar pela sua janela várias vezes e, agora, chega com uma proposta que a jovem não pode recusar: se ela terminasse a relação com Gabriel, ele seria poupado e o seu castigo atenuado.

A rapariga sabia o que tinha de fazer. Embora lhe custasse imenso, preferia ser infeliz a ver Gabriel ser morto apenas por se amarem. Assim, vê-se obrigada a ceder à chantagem de Robin, sofrendo como pensou nunca vir a sofrer.

Apollo, irmão de Aphrodite, transformado no final de Um, o primeiro volume da saga Anjos e Deuses, está, agora, a receber treino. Não há tempo para o ensinar a ser um guerreiro, irá apenas receber o treino básico sobre como ser vampiro, que também Aphrodite recebeu. No entanto, Robin, para irritar Aphrodite, decreta que o treino de Apollo não poderá ser terminado uma vez que a guerra está próxima.

Conseguirão os apoiantes da Ordem vencer a batalha e ganhar ao Núcleo? Não era apenas a vida dos vampiros que estava em causa, mas também a dos humanos, uma vez que o Núcleo pretendia escravizá-los e matar todos os que se opusessem.

Tal como aconteceu com Um, o primeiro volume desta coleção, Dois surpreendeu pela história e desiludiu pela escrita.

Impressionou-me o facto de a ação principal estar praticamente parada durante todo o livro e, mesmo assim, continuar a prender o leitor. A guerra iminente, durante a maior parte do livro, não passa mesmo disso, uma iminência. É como se este segundo volume se focasse mais na vivência diária das personagens do que na ação principal em si. O que não desgostei, devo dizer.

Fiquei completamente agarrada ao romance de Gabriel e Aphrodite e a todos aqueles que o pretendiam destruir, que não eram poucos. Gostaria de ter visto um pouco mais de Gabriel, a sua personagem é sempre vista pelos olhos dos outros e nunca ficamos a saber o que sente além daquilo que exterioriza.

A personagem que mais me surpreendeu, e não pela positiva, foi Apollo, o irmão gémeo de Aphrodite. Este rapaz nunca foi caracterizado como inteligente, mas nesta obra a sua estupidez e ingenuidade atingem níveis astronómicos. Deixa-se levar pelo inimigo, virando-se contra todos os que o querem bem e acreditando que a própria irmã o traiu, mesmo quando esta só pensa no seu bem.

Custa-me imenso ler um livro com ótimo potencial e uma boa história, mas com erros ortográficos. Há muitos erros neste livro, tornando, por vezes, a sua leitura complicada. Por exemplo, é comum encontrar-mos expressões do género: "Fiz todo o que podia", ou "o meu puder é". Às vezes tive mesmo que voltar atrás e ler novamente para conseguir compreender. 

Por outro lado, também ocorrem discrepâncias de género, número e sujeito. Muda o capitulo e passamos a ter a visão de Apollo em vez da de Aphrodite, mas isso não dura muito. Começa com Apollo na primeira pessoa e, no meio de frases, começamos a ver o mundo como Aphrodite, notando-se estas passagens de um sujeito para outro através de não concordância de verbos e pronomes, etc... Sem dúvida, o ponto mais fraco desta obra.

Não mudei a minha opinião relativamente ao primeiro volume, a história é muito boa, tornando-se mesmo viciante, mas, de cada vez que abria o livro para ler mais um pouco, ficava desiludida com a escrita que encontrava...

No entanto, tenho de esperar pelo último volume desta trilogia, desejando que a história mantenha o nível e que a escrita evolua, aumentando substancialmente a qualidade da obra. 

Em último lugar, quero agradecer à Chiado Editora por me ter cedido este exemplar de forma tão gentil!

"Quem se atreve?"


Citação do Dia - 22/06/17

"Não há nada constante no mundo, excepto a inconstância."


Jonathan Swift

quarta-feira, 21 de junho de 2017

terça-feira, 20 de junho de 2017

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Passatempo - Parceria Saída de Emergência

Saída de Emergência

O The Book Chimera tem o prazer de anunciar parceria com a editora Saída de Emergência! Assim, trago-vos, em conjunto com esta editora, um novo passatempo! 



Desta vez envolve um livro de Robin Hobb: "O assassino do Bobo". Deixo-vos agora a sinopse e, mais abaixo, vão encontrar os passos para participarem neste passatempo.


"Tomé Texugo tem levado uma vida pacífica há anos, retirado no campo na companhia da sua amada Moli, numa vasta propriedade que lhe foi agraciada por serviços leais à coroa. Mas por detrás da sua respeitável fachada de homem de meia-idade, esconde-se um passado turbulento e de violência. Na verdade, ele é

FitzCavalaria Visionário, um bastardo real, utilizador de estranhas magias e assassino. Um homem que tudo arriscou pelo seu rei, com grandes perdas pessoais.

Até que, numa noite fatídica, um mensageiro chega com uma mensagem que irá transformar o seu mundo. O passado arranja sempre forma de se intrometer no presente, e os acontecimentos prodigiosos de que foi protagonista na companhia do seu grande amigo, o Bobo, vão voltar a enredá-lo. Se conseguirem, nada na sua vida ficará igual…"
Se quiserem um exemplar deste livro podem habilitar-se a ganhar um ao participar neste passatempo. Basta seguirem as regras! 

  • Preencher o seguinte formulário:

Este passatempo estará aberto até dia 31 de julho de 2017, sendo apenas permitida uma entrada por pessoa. Apenas poderão participar pessoas residentes em Portugal continental e ilhas. 

Devo frisar que o blogue e a Saída de Emergência não se responsabilizam pelo possível extravio do prémio na transportadora. Apenas serão sujeitos ao sorteio os participantes que cumprirem todas as regras. 

O sorteio será aleatório, utilizando a plataforma Random.org e o vencedor será contactado por e-mail para a confirmação da morada de envio do prémio.


Boa Sorte!